Mostrando postagens com marcador sorveteria. Mostrar todas as postagens
26.7.13

Seu Rocha para animar as tardes de sábado

Vai fazer um mês que a Praça de Casa Forte está mais animada aos sábados. É que o grupo de samba e chorinho Seu Rocha vem fazendo apresentações por lá e colocando todo mundo para curtir e dançar músicas das boas.

Imagem: facebook Zepelim
A iniciativa do projeto é de Rosana Valença, da sorveteria Zepelim, que fica na galeria. O projeto foi intitulado de Choro na Praça e está dando super certo e movimentando esse lugar que é tão especial, na Zona Norte do Recife. "Queremos trazer música boa pra quem escuta e dar mais uma opção para que o público de Recife entre em contato com o choro e o samba", disse a vocalista do Seu Rocha, Amanda Menelau. Falou bem, falou bonito! :D

A galera toca junto desde junho deste ano. No repertório tem Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Paulinho da Viola, Chico Buarque, entre um montão de outros. São três horas para seus ouvidos assimilarem sons dos melhores, das 17h às 20h. Quer saber quem faz esse sucesso todo? Então lá vai: Amanda Menelau toma conta do microfone e empresta a sua voz; Bruno Nascimento toca perfeitamente o violão de sete cordas; Guga Rocha arrasa no bandolim e Gustavo Vilar faz o povo batucar junto com a sua percussão.

Então é isso: música boa, gente bonita e animada, lugar lindo e agradável, tudo de graça! E ainda tem os sorvetes especiais e deliciosos da Zepelim para você se lambuzar. Vai perder?

Foto: Cecília Sátiro

Vai lá?
Choro na Praça com o grupo Seu Rocha
Praça de Casa Forte, na galeria da sorveteria Zepelim
Todos os sábados, das 17h às 20h
De graça! ;)
24.8.11

E por falar em sorvete... Tio Beto!

:: Imagens: Demétrio Araújo ::

Minha irmã já tinha ido algumas vezes à sorveteria de Tio Beto, em Casa Amarela, e sempre dizia: "Camila, o sorvete de lá é uma delícia! E fica dentro de uma casinha num condomínio, pouca gente conhece".

Essa descrição "pouca gente conhece" já é, por si só, bastante satisfatória para mim. Novidade, afinal, nunca é demais. Resolvi, então, ir à sorveteria conhecer o local e o tão falado sorvete.

A sorveteria funciona na garagem de casa
A sorveteria funciona em uma casa, dentro de um condomínio, em Casa Amarela. Mais precisamente, na garagem da casa dos donos. O único problema é estacionamento, mas aí dá-se um jeito. Quem conhece o sorvete de Tio Beto ficou sabendo pelo boca a boca e hoje é cliente fiel. Não há placa nem qualquer indicação para a sorveteria. Mas há história, história antiga, que começou em meados dos anos 60, quando o Tio Beto, de Aracaju, que trabalhava com equipamentos de refrigeração, aprendeu o ofício e passou a ser "mestre sorveteiro". O legado foi passado para o filho Isaac Pina (uma simpatia de pessoa), que hoje comanda, com a mãe, Dona Maria Aurora, a sorveteria "sem nome". Tio Beto se foi e hoje o local continua conhecido por seu nome.

Delícia de Abacaxi
Mas vamos à parte mais gostosa. O sorvete é realmente muito bom! O já falado Tio Beto foi, inclusive, um dos responsáveis por ensinar o ofício ao fundador da Fri-Sabor. Daí já dá pra entender um pouco do que estou falando.

Eu e o sorvete de pistache
São mais de 60 sabores de sorvete. Entre os mais pedidos estão pistache, uva, pavê, serenata e Africano. Ah! Tudo, tudo mesmo, é feito por lá: sorvete, casquinhas de biscoito, caldas... Cada coisa melhor que a outra. O sorvete de delícia de abacaxi é um escândalo. Foi Tio Beto o inventor dessa delícia, Isaac contou todo orgulhoso.

Casquinho de biscoito feito por lá
Eu saí de lá de bucho cheio. Comi do que pude e não sei dizer qual o melhor. Mas realmente o de delícia de abacaxi e o de açaí estão na lista dos preferidos. E o melhor: o preço e o tamanho da bola são convidativos:  R$ 2,50 (uma bola) e R$ 3,50 (duas bolas). 
É pra comer por lá e levar pra casa o isopor cheio!

Vai lá?
Tio Beto Sorvetes
Rua Pedro Allain, 125 - Bloco M :: Casa Amarela
Indo pela Pe. Lemos, sentido Av. Norte, entra à direita na rua do Supermercado Casa Amarela.
:: 3031.8581 ::
12.8.11

Fri-Sabor na porta de casa

Quando eu era pequena criança meu pai costumava nos pegar na escola (eu e Cecília, minha irmã) e, na volta para casa, parar para um sorvete na Fri-Sabor. Quando a gente estava chegando perto da entrada ele fazia de conta que o carro puxava porque tinha vontade própria para ir lá nos levar para o tão querido sorvete. Era uma festa! Ainda mais quando ele dizia: "O jantar hoje vai ser sorvete, podem tomar quantas bolas aguentarem".
Pense numa lembrança boa!

Sorvetes Fri-Sabor
Assim, desde pequenininha sou apaixonada por Fri-Sabor. É comfort food pra mim. Eu sempre pedia maracujá e baunilha no casquinho, ou coco e maracujá, ou ainda coco e baunilha. Sempre fui meio tradicional quando se trata de comida e quando gosto de uma coisa, repito até enjoar. Mas desse sorvete eu nunca enjoei.
A falada Fri-Sabor da minha infância ficava perto da feirinha de Boa Viagem, onde hoje é um grande prédio, construído onde era o Hotel Boa Viagem. Ela fechou, abriram outras, frequentei, mas nunca mais fui cliente fiel de uma só como era com aquela.

Eis que tudo mudou!

Para a minha felicidade, inaugurou, ontem, uma nova, mega, ultra, power Fri-Sabor. Onde? Na esquina da minha casa. Sim, minha gente, é alegria demais! Ela é enorme, tem milhares de sabores, além de sobremesas diferentes com sorvetes e um cardápio que vai além do que oferece uma simples sorveteria. Todas as delícias foram desenvolvidas pelas chefs Taciana Teti e Lícia Maranhão. Só não gostei do preço, que é bem salgadinho, ao contrário do doce. Uma bola custa R$ 4,50! Duas, R$ 6,25. E por aí vai...

Eu feliz na nova Fri-Sabor Gourmet
Lá estava eu na inauguração, linda e feliz com a novidade. Melhor ainda foi ter ido a pé. O espaço é tão grande que tem até salão de festas no primeiro andar, com direito a espaço aberto e coberto. Achei tudo de super bom gosto. Estavam servindo por lá umas mini versões das sobremesas que tem o cardápio, como uns canapés de sorvete e uns mini petit gateaus (pareceu redundante o mini, mas vocês entendem o que quero dizer, né?!) Uma novidade que adorei foi o tal do Fri-Mix. É o seguinte: uma bola de sorvete é aberta numa chapa geladíssima e nela você pode colocar dois recheios, entre os 12 disponíveis (castanhas, nozes, caldas, brigadeiro...) Depois fecha a bola, enfeita com umas lascas de chocolate zerado e está pronto para você se deliciar. Provei o de delícia de maracujá com recheio de brigadeiro. Bom demais! O preço é que não é dos mais convidativos: R$ 9,50 pela bola com dois mixes. =P

Sobremesas com sorvete

A foto tá meio feia, mas é a chapa do Fri-Mix

Acho que vou à falência com tanta coisa gostosa bem na esquina da minha casa.

Vai lá?
Fri-Sabor Gourmet
Av. Domingos Ferreira, 3160 :: Esquina com a Rua Pe. Carapuceiro.
:: Boa Viagem ::
:: Todos os dias, das 11h às 23h ::
10.9.10

Os mais de cem sorvetes da 50 Sabores

Como nunca é tarde para falar de coisa boa, resolvi escrever sobre a Sorveteria 50 Sabores, que conheci quando fui à Fortaleza, mês passado. O passeio é obrigatório para quem visita a cidade. Mesmo porque nunca é demais parar para uma refrescada no calor de Fortaleza.

:: Foto: Divulgação 50 sabores ::

Apesar do nome, a sorveteria não tem 50 sabores. Tem, no mínimo, o dobro disso! É sorvete de tudo o que você imaginar e mais um pouco. A fabricação é toda própria, o que dá ainda mais valor a essa delícia. Você já pensou em tomar sorvete de bacuri? E café com tapioca? Quem sabe um de cerveja? Caipirinha? Coalhada com rapadura? Figo ao conhaque? Tapioca com açaí? Tem tudo lá! Eu, como não resisto ao maracujá, fiquei com o "de delícia" da fruta. Realmente uma delícia.

O que não é tão gostoso assim é o preço. O copinho com uma bola do sorvete é R$ 6! Agora, pense na bola! É realmente grande. De qualquer forma, vale o passeio. Mas com tantas opções, vá com tempo de sobra para pedir uma provinha de cada um que tiver curiosidade. Você vai querer comer tudo!


:: Foto: André Xerém ::

Vai lá?
Sorveteria 50 Sabores
Av. 13 de maio, 805 - Fátima :: (85) 3023.4397
Av. Beira Mar, 4690 - Mucuripe :: (85) 3263.1714
Av. Beira Mar, 2982 - Meireles :: (85) 3032.0050
Av. Bezerra de menezes, 526 - Parquelândia :: (85) 3023.4757
17.8.10

Santo Doce de domingo


Depois de sair para passear no Parque da Jaqueira, ver o movimento tão familiar que toma as ruas dia de domingo, a Rua do Futuro nos levou de volta até a esquina com a Rua 12 de outubro, onde paramos para fazer um programinha dominical "de namorados": tomar sorvete. A sorveteria em questão é uma das minhas preferidas, a Santo Doce.

Eu sou fã dos sorvetes de fruta. Mas sempre que vou à Santo Doce são outros sabores que tomam meu paladar. Não é pra menos, já que não é fácil encontrar a variedade de sabores diferentes dessa sobremesa gelada provados por lá. São mais de 50 disponíveis no sistema self-service, incluindo alguns diet (R$ 39 o quilo).

A sorveteria fica numa casa antiga, no bairro dos Aflitos. O local já tem quase 10 anos de funcionamento (serão completados em outubro). A história começou com o desejo de Flávia e seu irmão Carlos Melo de abrir um café. Mas uma viagem mudou o rumo das coisas. Numa revista de bordo, Carlos conheceu a marca Sorvetes Bali, uma das mais conceituadas do país, e o café ficou pra trás.

Aliás, nem tanto, pois a sorveteria, além dos sorvetes exóticos que oferece, também conta com diferentes cafés. Mas é mesmo o sorvete que atrai a quantidade de gente que lota o local, principalmente aos domingos. Dessa vez, minha pedida foi o obrigatório Africano, sorvete de chocolate meio amargo com pedaços; Vinho do Porto, feito a partir da bebida; Maçã Verde; Blueberry; e Maracujá com Creme de Hortelã. O namorado pediu também o de Leite Ninho, outra delícia. A vontade é de pedir muito mais.

Além dos cafés e sorvetes, crepes, bebidas, sanduíches leves, sobremesas e outras comidinhas fazem parte do cardápio. Mas esse domingo o passeio foi só pro sorvete. As outras delícias ficam para outros posts.

Vai lá?
Santo Doce
Rua 12 de outubro, 15 :: Aflitos
3241.2034
De terça à sexta, das 12h às 21h.
Sábados e domingos até às 22h.
28.4.10

Passeando a Buenos Aires :: O passeio ao Delta do Tigre


Comecei o dia ainda chateada pela perda da câmera, mas segui em frente e logo mudei meu humor.

Tomamos café da manhã pelo caminho, quando íamos ao metrô. Foi a primeira vez na viagem que pegamos esse meio de transporte. E vale muito a pena! Você paga $1,10 e é rápido, organizado, embora não muito confortável. Fomos até a estação Retiro, onde pegamos um trem antigo até a Estação Mitre. Nesse percurso, conhecemos o subúrbio da cidade, bem diferente da Buenos Aires pela qual passeamos até então.

Metrô de Buenos Aires
Estação Mitre
No fim da linha deste trem, chegamos à estação Mitre, onde subimos uma escada rolante e já estamos na Estação Maipu, onde pegamos o Tren de La Costa. Esse passeio é muito legal e um dos mais recomendados da viagem.

A passagem do Tren de La Costa custa $24, ida e volta. Você pode optar por alguns pacotes turísticos, à venda na própria estação, com direito a almoço e o passeio de Catamaran, mas preferimos continuar nossa viagem por conta própria. O trem é bem moderno e super confortável. Ele passa por diversas estações, onde você pode descer e depois de meia hora pegar o próximo. Em algumas, há restaurantes, sorveterias e feirinhas de artesanato. Estas acontecem durante o fim de semana. Paramos na estação de San Isidro, a maior e onde há uma sorveteria Freddo, aquela do melhor sorvete de doce de leite do mundo! Compramos umas besteirinhas nas lojinhas da estação e continuamos o passeio.



O trajeto do trem é por áreas de babar de tão lindas. Uns bairros chiques, com casarões, parques e, claro, pelo Rio de la Plata.

Chegamos no Delta do Trigre, uma cidadezinha que fica no final do percurso. Lá, há um Parque de Diversões (La Costa) que funciona nos fins de semana e feriados, um cassino e os famosos passeios de Caramaran, que foi o que fizemos.



Pagamos $35. O barco vai pelo Delta do Tigre, pelo Rio Sarmiento. É impressionante a realidade de lá. Muita gente mora nas ilhas - onde é muito caro - e outros tantos casarões são de veraneio dos argentinos. Como o acesso à cidade é complicado, os moradores das ilhas contam com barcos para tudo: barco banco, correio, ambulância, farmácia, supermercado... Quem precisa comprar coisas neste, por exemplo, amarra uma sacola branca no píer - todas as casas precisam ter um - e quando o barco passar ele pára na casa. Também há praias artificiais, que ficam cheias nos fins de semana, museu e até um posto de gasolina com loja de conveniência. Isso tudo nós vamos aprendendo pelo caminho, já que o passeio conta com uma guia que nos explica tudo em inglês e espanhol - ela fala devagar, então dá para entender tudo.



Depois da uma hora no Catamaran, andamos um pouco pela cidade do Delta do Tigre e fomos almoçar num dos restaurantes do Puerto de Frutos. Nesse lugar, há um monte de lojas com artesanatos e opções de presente.

Voltamos para o trem e fizemos todo o percurso de volta. Já em Buenos Aires, pegamos o metrô até a Av. Corrientes, onde fomos ao shopping Abasto. A estação tem saída dentro do shopping! Passeamos um pouco e voltamos a San Telmo, onde paramos para comer um alfajor delicioso na Havanna.

À noite, fomos a um restaurante japonês. É comum encontrar sushis feitos com palca (abacate). Achei que não ia gostar, mas é uma delícia. Depois do jantar, fomos até a Corrientes, na Galeria 1660, onde há um bar dos Beattles. Porém este é um dos poucos lugares que começa cedo e a banda estava no final. Andamos um bocado e resolvemos pegar um táxi até a Av. Marcelo T. Alvear, 399, onde funciona o pub The Killkenny. Lá tem música ao vivo e não paga para entrar. Mas a cerveja Guiness pedida pelo meu namorado custou $39! Depois disso, melhor ir dormir.

Guia de Buenos Aires
Compre aqui seu guia