15.10.12

Passeando em Paris :: como é a Eurodisney

Quarta-feira, 16 de maio de 2012

Acordamos bem cedo porque a ideia era ir ao Parque de Diversões Asterix. Eu queria de todo o jeito incluir um parque na viagem e optamos por esse por ser mais original. Lemos em algum roteiro que havia um ônibus para lá partindo do terminal 1 do aeroporto Charles de Gaulle. Assim, pegamos um metrô e o RER e chegamos nesse ponto.

Porém, a furada! Ninguém sabia nada sobre o parque. Rodamos pra cima e pra baixo o aeroporto e não havia uma alma que desse informação sobre ele. Depois de tanto tempo perdido, vimos que dali partia o ônibus da Disney. Já que ali estávamos, o jeito era essa segunda opção.

Esperamos um bom tempo, mas o ônibus ainda ia demorar. Passou um cara oferecendo o serviço de transfer até o parque, numa van. Fomos nós dois e mais uma família da mãe com dois filhos pequenos. Eu confesso que comecei a ficar com medo no meio do caminho. Achei que o cara ia levar a gente pra outro canto, ia assaltar, matar, sei lá. Rezei o caminho todo e João foi me acalmando até chegar. Ufa! Nada aconteceu, chegamos mais rápido e pagamos mais barato. :D

Disneyland

Algumas pessoas haviam nos dito que não gostaram do parque, acharam fraco, mas eu amei! Amei muuuito!  Realmente, não dá pra ir esperando a Disney dos EUA, que é gigantesca, mas dá pra se divertir o dia inteirinho sem repetir atrações. E vou dizer: a entrada foi cara: 74 EUR por pessoa, para os dois parques (Disneyland e Walt Disney Studios), mas foi a decisão mais acertada da viagem. Ótimo para descansar um pouquinho dos tantos museus, igrejas e escavações do roteiro.

Lanche lá é bem caro, como é de se esperar. Vimos muita gente com lancheirinhas próprias, mas eu não tenho certeza se é permitido, já que eles revistam as bolsas na entrada. De qualquer forma, foi bom fazer o lanche por lá, tava "delícia"! 

Entrada do parque
Me sentindo a princesa

Lanchonete bem americana

Entrada do Walt Disney Studios

O criador e seu mais famoso personagem

Se você pensa em ir até a Eurodisney, aqui vão algumas dicas dos nossos brinquedos preferidos:

- Starmission (montanha russa no escuro)
- Montanha Russa de madeira
- Indiana Jones
- Elevador (Disney Studios)
- Montanha Russa do Aerosmith (no escuro, com iluminação especial e tocando um rock bem alto - Disney Studios)
- Toy Story - Buzz Lightyear (brinquedo besta, de criança, mas super divertido. Parece estar mesmo dentro de um videogame)
- Simulador (tão bem feito que saí de lá passando muito mal. Ainda bem que foi o último)

Brinquedo do Buzz Lightyear

Na área do Faroeste

João e o elevador

Uma dica super válida: use o serviço de fast ticket. Alguns brinquedos têm uma máquina onde você pode reservar um horário. Assim, se a fila estiver muito grande, você reserva, vai aproveitar outros e volta no horário estipulado. Nessa hora você entra por uma fila especial, muito menor que a normal.

Quando saímos do parque já eram umas 20h30. Voltamos acabados, eu até dormi no caminho.
Pertinho do hostel, comemos um temaki e seguimos para desabar na cama.

O outro dia nos reservava um passeio lindo: Versailles.

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9.10.12

Passeando em Paris :: Montmartre, Sacré Coeur, Champs Elysées, Arco do Triunfo

Terça-feira, 15 de maio de 2012

Acordamos com aquela ansiedade de quem está em Paris. Como o hostel ficava em Montmartre, resolvemos reservar a manhã para conhecer "nosso" bairro. O destino principal foi o símbolo daquela região, a Basílica de Sacré Coeur. A igreja é linda, construída em mármore, e o lugar deixa tudo ainda mais belo. Me senti a própria Amelie Poulain quando a vi de baixo, com aquele jardim e o carrossel. :D Chegando lá o ideal é pegar o funiculare para subir até a basílica, pois é bem cansativo ir andando. Além de ser prático, é mais uma experiência de viagem, né?!

Basílica des Sacré Coeur, símbolo de Montmartre

Funiculare

Quando a gente chegou lá em cima começou o sofrimento: estava muito, mas muuuito frio. Entramos correndo na igreja. Quando saímos, o tempo piorou. Começou a chuva e a gente percebeu que não ia dar pra aguentar muito tempo com aquelas roupas. Saímos da Basílica e fomos conhecer o bairro. Por lá há várias lojinhas de souvenirs que vendem coisas bem legais e com um preço não tão alto. Na frente da Sacré Ecour tem uma loja grande que é um pouco mais cara, mas também não absurda.

Eu e a Sacré Coeur
Fomos na Praça du Tertre, a famosa praça dos artistas de Montmartre. Deu pra perceber que devia ser ótima... em dia de sol. Como estava chovendo a maioria dos artistas estava com as coisas empacotadas. Ficamos de voltar outro dia. Passamos na Praça des Abbesses, onde fica o Muro dos "Eu te amo" (Mur des Je T'aime), que tem a frase escrita em mais de 300 línguas. Nada mais justo para um casal em Lua de Mel que tirar muitas fotos tendo ele como cenário. :)

Mur des Je T'aime, na Place des Abbesses

Tinha que ter essa foto

Depois fomos ao hostel trocar de roupa e voltamos à Praça du Tertre para procurar um restaurante. Pagamos 14,40 EUR no menu fechado do almoço, que estava delicioso! Em Paris realmente se come bem. Fiquei feliz da vida! Já de barriga cheia, fomos reservar o show do Moulin Rouge para a noite, que ganhamos de presente de Lua de Mel (105 EUR por pessoa, com direito a espumante). Você faz a reserva na loja do lugar, mas o pagamento só é feito na hora do espetáculo.

Pegamos o metrô e fomos com destino ao Arco do Triunfo. Minha amiga viajada Eliza tinha me dito: "Mulher, é emocionante porque a saída do metrô é em cima do Arco, você sai e já vai vendo aquele monumento". E é bem assim mesmo (se você sair pela saída certa, claro). Muita gente tirando fotos e nós garantimos a nossa. Resolvemos não entrar porque ainda não estávamos com o Museum Pass ativado (compramos no Centro de Informações Turísticas da Praça du Tertre, mas não ativamos. Custou 54 EUR pelo cartão válido por quatro dias).

Arco do Triunfo
Fomos caminhar, com toda a nossa coragem diante do frio, pela Champs Elysées. Cada loja absurda ao longo daquela avenida larga e linda. Há vários cafés pela via, o que deixa o trajeto ainda mais charmoso. Fomos até o final, na Place de La Concorde, e de lá passamos em frente aos Grand e Petit Palais. Depois da caminhada, hora de descansar para a noite no Moulin Rouge. Ah! Mas antes de chegar ao hostel, demos uma paradinha para foto no Café des Deux Moulins, onde foi gravado O Fabuloso Destino de Amelie Poulin. 


Muito chique!

Café des deux moulins

Eu e Amelie

Moulin Rouge e Pigalle

O show estava marcado para às 23h, mas fomos bem mais cedo e aproveitamos para conhecer Pigalle, o bairro conhecido por seus sex shops e cabarés. Andamos bastante, mas confesso que com um pouco de medo. Tem uma galera meio mal encarada por lá e há muita prostituição, o que deixa o bairro esquisito. Quando já estávamos indo ao Moulin Rouge eu fiquei louca porque achei que íamos ser assaltados. Os caras atrás da gente depois chegaram e nos ofereceram droga. Ufa, que medo!

Bom, umas 22h fomos para a fila, que já tinha começado a se formar. Nela conhecemos Sara e Nalvinha, duas baianas engraçadíssimas que nos renderam boas histórias da viagem. 

Moulin Rouge
Demos sorte e pegamos uma mesa bem legal, com uma vista ótima, e ao nosso lado sentou um casal de gaúchos gente boa. Foi ótimo porque a essa altura da viagem eu amava encontrar brasileiros.

Sobre o show: é um grande espetáculo, mega produção, com direito a aquário saindo do palco com cobras gigantes e dançarinas, mas é brega. Aliás, bem brega. É o tipo de espetáculo que americano gosta, se é que vocês me entendem. Eles, que viram o show de antes, passavam por nós encantados, dizendo que era lindo, maravilhoso. As partes mais legais que achei foram os intervalos, quando mágicos, humoristas e malabaristas entretiam o público. Bom, mas claro que valeu a experiência, o champagne e as histórias de Sara e Nalvinha. Mas não é imperdível não, na minha opinião. E é caro até demais, né?!

Dentro do Moulin Rouge
Era tarde quando saímos de lá e fomos andando ao nosso hostel, que ficava bem pertinho. Já estava mais do que na hora de descansar para o novo dia, que seria cansativo, mas muito, muito divertido! :D

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2.10.12

Passeando :: de Veneza para Paris

Segunda-feira, 14 de maio de 2012

Eis que chegou o dia de partir para o nosso último destino de Lua de Mel: Paris.

Tomamos café da manhã no hostel e seguimos para a Piazzale Roma, de onde parte o Aerobus, ônibus que sai a cada 20 minutos e é a melhor opção para ir até o aeroporto Marco Polo (7 EUR com a bagagem). Nosso voo para Paris estava marcado para às 14h40, então esperamos um bom tempo por lá. O aeroporto de Veneza é bem pequeno, sem distrações. A pior parte pra mim, claro, era a comida. Na viagem inteira foi assim. E comer no aeroporto foi ainda pior. As opções eram pouquíssimas e eu acabei tendo que comer, pela milésima vez, um panini. Fazer o quê, né?! Despedida da Itália. Enquanto esperávamos, encontramos um casal de brasileiros que estava viajando pela Europa fazia mais de um mês. Conversando, percebemos que eles tiveram a mesma impressão que a gente: de que o italiano cansa! Mas nos deram boas recomendações: vocês vão amar Paris! Que assim seja! Escutar essas coisas faz você ficar ainda mais ansioso com a viagem, né?!

Aerobus

Eu, João e as passagens para Paris

Voamos pela Air Berlin. O voo saiu de Veneza e fez conexão na capital da Alemanha, onde tivemos que ficar um tempo no aeroporto. A essa hora eu já estava com fome e lá vou eu de novo... comi um pão duro com salsicha e mostarda, bem característico de lá. Ai, meu Deus, que saudade da minha farofa!

Eu e a salsicha alemã

Bom, mas vamos ao que interessa. Chegamos em Paris, no aeroporto de Orly, às 20h30, com o dia ainda bem claro. Preferimos pegar um táxi do aeroporto até o hostel, pois já era tarde e estávamos bem cansados (36 EUR a corrida). Logo percebi que o povo não é tão chato como dizem ser. O taxista foi bem simpático, puxou conversa e até nos mostrou umas coisas ao longo do caminho.

Chegamos ao Plug-Inn Hostel, nossa moradia pela próxima semana, no bairro de Montmartre. O lugar é bem legal, bem estruturado, lotado de jovens de toda parte do mundo - assim como a maioria dos hostels, claro. Super indico. É pertinho de uma estação do metrô e de restaurantes de várias nacionalidades. Aliás, Montmartre é incrível, a gente amou o bairro!

Chegamos em Paris!

Ratatuille

Depois de deixarmos as coisas no quarto, saímos para comer num restaurante bem legal que fica logo na esquina do hostel. Eu tava feliz da vida de não ter mais que comer massa ou pizza. Só que o problema agora era outro: a confusão para escolher alguma coisa no cardápio. A gente não entendia nada! Algumas coisas tinham a tradução para o inglês, mas a maioria não tinha. Resolvemos arriscar. Eu, que não gosto de sopa, acabei pedindo, sem querer, uma sopa de cebola de entrada. Mas dei a chance ao meu paladar e até que gostei.

Mas o que chamou mesmo a nossa atenção no restaurante foi um ratinho. Sim, um rato! A gente lá comendo e, de repente, João me diz: Namorada, acho que vi um rato. Claro que na hora eu achei que era impressão dele, mas resolvemos ficar de olho. Até que... sim, era um rato! Ele entrava pela brecha entre a estrutura de madeira do restaurante e a calçada, pegava alguma coisinha e corria de volta. Diversas vezes! Eu fiquei apavorada. Pior é que ninguém parecia ver ou se importar com ratinho. Resolvemos avisar à garçonete, a fim de que ela fizesse alguma coisa. Ela nos olhou com uma cara de "que é que tem?" e saiu sem dizer nada. Aí eu cheguei à seguinte conclusão: como lá pela França isso deve ser normal, eles fizeram o filme Ratatuille para nos oferecer uma outra visão acerca dos roedores. Só pode ser!
:P
8.9.12

Passeando em Veneza

Domingo, 13 de maio de 2012 (Dia das Mães)

Deixamos nossa amada Florença logo cedinho e nos dirigimos à Estação Santa Maria Novella, para tomar café da manhã e esperar o trem para Veneza. Pegamos o das 8h30, mais ou menos (já havíamos comprado a passagem antes da viagem, pela internet, no site da Trenitália). A viagem durou umas duas horas e foi bem tranquila, bonita e o trem Frecciagento é bastante confortável.

Estação Santa Lucia, em Veneza

Chegamos em Veneza, amada por uns, odiada por outros. Sim, porque ouvimos de tudo sobre a cidade antes de viajar. "Veneza é muito cara, fede, é suja, é linda e tal e tal e tal..." Bom, nada como conhecer e tirar suas próprias conclusões, né?! De cara, posso dizer que sim, Veneza é muito cara! Mas não é o fim do mundo. Andando e pesquisando direitinho você encontra lugares baratos para comer. Mas atenção: NUNCA, NUN-CA, entre e peça qualquer coisa sem perguntar o preço. Conhecemos por lá várias pessoas que pagaram, por exemplo, 20 EUR numa latinha de coca-cola porque pediram sem perguntar. Os roubos são tão absurdos que nos disseram que de vez em quando saem nos jornais locais. "Opraí!"

Veneza!

Bom, nosso hotel (sim, dessa vez foi HOTEL =D ) ficava perto da estação de trem, então não sofremos muito com as malas até lá. Diria que sofremos o suficiente, pois há uma ponte com uma escadaria para você pagar seus pecados se tiver que atravessá-la com uma mala pesada. Mas se você tiver morto e com euros sobrando, há "colhegas" que podem "ajudar". :P

Fachada do Hotel Albergo Marin

Deixamos as malas e fomos conhecer a cidade. É engraçado porque você não tem noção nenhuma do caminho que está fazendo, mas sempre há placas indicando como chegar na Praça São Marcos e na Ponte Rialto. São ruazinhas beeem estreitinhas, cheias de lojinhas e muitos, muitos turistas. Brasileiro era "boia" (assim como em todas as outras cidades). De cara, achamos uma pizzaria deliciosa com um preço mais delicioso ainda: 4 EUR a fatia com a lata de coca-cola. Olha aí, existe esperança em Veneza!

Ponte Rialto

A cidade é incrível, totalmente voltada para o turismo. Era um domingo, mas não vimos nada fechado. Andamos até a ponte Rialto, onde há várias lojas vendendo as tradicionais máscaras venezianas e muita coisa em Murano (e muita imitação também). Depois fomos à Piazza San Marco, onde fica a Basília San Marco e o Palácio Ducal. A igreja estava fechada, então nem conseguimos entrar para as fotos. Como só tínhamos um dia e já muitos palácios na bagagem, preferimos não entrar no palácio e fomos conhecer mais a cidade.

Eu na Piazza San Marco

Aí você pergunta: "você estava em Lua de Mel, fez o passeio de gôndola?" Não! É, não mesmo. E digo mais, não faria. Minha gente, é caro demais o negócio! 80 EUR pra andar um tempinho de nada. Melhor fazer como a gente: pegar um vaporetto (barco/ônibus: 7 EUR) e dar a volta na cidade, na companhia de outras pessoas. Ok, em parte isso é conversa de quem não tinha dinheiro, mas não me arrependi não. Foi mais divertido e autêntico. hehehehe


As famosas gôndolas de Veneza
Engarrafamento de gôndolas

Pegamos um vaporetto que fez um trajeto da Piazza San Marco até a Estação Santa Lucia, perto do hotel da gente. Descemos por lá e fomos em busca de máscaras venezianas, uma para a nossa casa nova e outra para presentear a minha mãe (afinal, era o dia dela). Você vai encontrar de vários modelos e de todos os preços, mas olhe bem a qualidade e o acabamento. As mais baratas não são de papel machê e têm várias imitações. 


Comprando a passagem do Vaporetto. Se não "dá" tu, vai tu mesmo.

Feitas as compras, deixamos as sacolas no hotel e fomos bater perna. A cidade é pequena então você conhece tudo em um dia só. A gente andou tanto que nos perdemos, né?! Duas vezes! Como eu falei, os caminhos são difíceis de decorar e as ruas muito pequeninhas, estreitas... Nessas andanças tirei mais uma conclusão: definitivamente, Veneza NÃO fede. Olhe, pode até ser que em outras épocas tenha um mau cheiro, mas não achei nada fedorento - ao contrário da nossa Veneza brasileira, por conta dos mangues. E outra coisa: achei linda também! Um bocado de gente diz que é feia, é velha, mas esse é o charme da cidade, as paredes descascadas. Faz parte!

Ponte dos suspiros

Como é que tem gente que acha feio?!

Após achar o caminho de volta, conseguimos achar também a MC Donald's, outra opção de lanche para quem, assim como nós, não foi com o bolso preparado para Veneza. Jantamos e ainda tivemos a sobremesa  que mais queríamos naquele momento: sorvete da GROM, que tomamos em Florença.

Ah, uma Grom por aqui...
Despedida mais que perfeita da Itália.

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29.8.12

Passeando em Pisa e Florença

Sábado, 12 de maio de 2012

Já que estávamos por ali, resolvemos fazer um bate-volta até Pisa, pra ver a famosa torre torta.

Tomamos café da manhã na estação e pegamos o trem para Pisa Centrale (14,20 EUR - ida e volta).

Chegamos lá e seguimos sempre em frente com destino à Torre. A cidade é bem bonitinha, limpa, agradável. Estava tendo uma feirinha bem legal, com vários artigos diferentes e aproveitamos para comprar umas besteirinhas. Depois disso, chegamos à Piazza Duomo, onde fica a Torre de Pisa.

Piazza Duomo :: Pisa
Muita gente lota a praça e é engraçado porque todo mundo está ali para uma mesma coisa: conseguir a melhor perspectiva para aquela foto segurando a torre. Coisa de turista, mas que é obrigatório de se fazer. Arranjamos nosso lugarzinho e conseguimos o feito também. Foram muitas tentativas até o resultado final. :P

Eu...

... e João.

Depois... voltamos. É, isso mesmo. Pisa não tem muito o que se fazer. É ver a torre e voltar. Se você quiser, pode entrar nela, mas a gente não estava com muito saco para enfrentar fila. Tem a igreja também para visitar, mas não achamos tão atraente o passeio. Aí resolvemos almoçar por lá (não demos sorte, comida ruim) e pegamos o trem de volta para a nossa amada Florença. Ah, um alerta! Um dos vendedores da feirinha nos mandou tomar cuidado por lá. Apesar de parecer tranquila, a cidade tem vários ladrões, doidos para o turista dar bobeira.

Feirinha em Pisa

Em Florença, mais compras. Como era o nosso último dia na cidade, fomos andar pela feirinha e gastar uns "eurinhos". Deixamos as compras no hostel e demos uma caminhada boa até a Piazza Michelângelo, que fica do outro lado da Ponte Vecchio e nos oferece uma vista liiiinda da cidade. É super legal ficar por lá. Há vários artistas de rua, uma galera tocando, muita gente empinando pipas gigantes, um clima de alegria. Adorei! Não deixe de ir lá se for a Florença, viu?! Prepare as pernas e vá. Vale a pena!

A caminho da Piazza Michelângelo

Vista de Florença na Piazza Michelângelo

Piazza Michelângelo

Coisamaislinda

Na volta, decidimos jantar num restaurante japonês super legal, o Kome. Além de amar não ter que comer massa, o restaurante é delicioso e num sistema que aqui em Recife ainda não tem (não que eu saiba), o da mesa giratória. Há pratinhos com diversas cores, com diferentes preços, que vão passando pela sua frente. O que você quiser, você pega. Muito bom! O problema é que você fica com água na boca vendo os mais deliciosos passando o tempo todo. Claro, eles são os mais caros. :P Outra coisa legal do restaurante: há dois sushimans brasileiros trabalhando lá, que foram super legais e conversaram bastante com a gente. Eles disseram que tem muita gente aqui do Brasil morando na cidade. Mas isso a gente já tinha percebido. Vai ver por isso também Florença encantou tanto a gente. =D


João e a mesa de sushi giratória. Delícia!

De barriga cheia, já com saudades de Florença, fomos passeando de ruazinha em ruazinha, fazendo caminhos diferentes para chegar ao hostel. Até que, chegando à Piazza della Signoria, uma surpresa: uma apresentação medieval com bandeiras no meio da rua!

Apresentação medieval para se despedir de Florença

Florença e seus encantos fazendo de tudo para a gente não ir embora nunca mais.

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