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15.1.13

Passeando em Paris :: O último dia. E tome chuva!

Segunda-feira, 21 de maio de 2012

Hoje foi o último dia de viagem e a chuva veio para deixar a gente sem ter muito como aproveitar. Logo a gente, que não estava preparado para o frio e que deixou parques e jardins para esse dia. Mas fazer o quê, né, viagem tem dessas coisas. É bom que fica a desculpa para voltar a Paris.

Depois de tomar café em Amélie, fomos até uma loja popular, num bairro mais periférico perto de Montmartre, atrás de uma mala com um preço acessível. Foi ótimo! Tem uma mega loja lá que vende de tudo, desde roupa até utensílios de casa. Lá encontramos nossa malinha e voltamos para o hostel para arrumarmos a bagagem - o nome da loja é Tati Barbés ;)

Como nossa programação foi desfeita, aproveitamos o dia de chuva para passearmos mais um pouco por Montmartre, comprar umas coisas que ficaram faltando e uns macarrons para a viagem (só para constar, porque aquilo não tem gosto de nada), no Museu do Chocolate, uma lojinha bem legal com coisas deliciosas.

Torre de chocolate
Como a gente tinha amado o Pompidou, aproveitamos a chuva e, à tarde, voltamos lá para a exposição temporária de Matisse que não vimos, pois não estava inclusa no nosso Paris Pass. Super legal, valeu a pena. Já era noite quando saímos de lá e a fome batia. Para nos despedirmos de Paris, fomos jantar... em um japonês. Desejo, né?! Não foi uma despedida a altura, mas estava uma delícia!

O último dia foi assim... triste.
Voltamos tarde para o hotel para reservar o nosso shuttle para o aeroporto e dormir, sonhando pela última vez em Paris.

A volta para casa

Terça-feira, 22 de maio de 2012

Olhem bem seus bilhetes aéreos! Esta é a lição que fica depois da nossa volta para casa.
Chegamos em Paris pelo aeroporto de Orly, mas João "viu" nas nossas passagens que voltaríamos por Charles de Goule, que fica bem mais afastado. Na hora marcada chegou no nosso hostel o shuttle que reservamos e que nos deixou no terminal 1 do aeroporto. Assim que chegamos, fomos procurar o guichê da TAP. Mas cadê?!?! Nada. O povo parecia não saber nem que cia aérea era. Cada um mais perdido que o outro. Só não estavam mais perdidos que a gente. Depois de muito rodar, uma pessoa nos informou que só havia voo da TAP no aeroporto de Orly. Olhamos novamente as passagens e... Ops. Era pra lá que deveríamos ter ido. Quase infartei, pense! E eu que sou a louca do horário. Pronto, tive a certeza que não ia conseguir voltar, "quero minha casa, minha farofa"! A sorte é que a gente é muito precavido, viu?! Estávamos com um tempo de sobra e deu para pegar o ônibus expresso que vai de um aeroporto ao outro e demora uma hora de viagem. Ufa, ainda sobrou tempo! Mas foi sufoco, viu?! Valeu para contar história. Acho que foi Paris nos dando a oportunidade de passar mais um tempinho passeando por lá. 
Fizemos o check-in e fomos para o embarque rumo à conexão em Lisboa, onde gastamos os últimos euros no duty free. É enorme o de lá! Depois, foi só entrar no avião e esperar ansiosamente a chegada na minha terra. 
Agora, como uma senhora casada. =D

Europa, eu te amei, mas estava doida pra chegar.
Qualquer dia eu volto para matar a saudade.

Passeando em Paris :: Mercado de Pulgas, Notre Dame, Marais, Pompidou

Domingo, 20 de maio de 2012

Resolvemos deixar o café da manhã do hostel de lado e fomos fazer o nosso petit déjeuner no Café de Amelie Poulin. Além de ser muito gostoso, tem uma atendente que fala português perfeitamente e é super simpática. Se seu hostel ficar por perto, vai lá. A gente pediu um café da manhã para uma pessoa que era bem farto e só mais uma xícara de café por fora, e comemos bem.

A ideia desse dia era conhecer primeiro o Mercado de Pulgas de Paris, que dizem ser o maior do mundo. Fomos de metrô para a estação Porte de Clignancourt. Eu fiquei um pouco assustada quando cheguei porque fica numa área mais periférica, com algumas pessoas meio mal encaradas na rua, bem diferente dos lugares por onde a gente andava. Muita coisa estava fechada, então nem teve muita graça. Mas há muitas e muitas barracas pelo meio da rua vendendo de tudo, mas nada demais, muita muamba... até compramos umas besteiras, mas vimos logo que não ia valer a pena ficar por ali.

A próxima parada foi na Catedral de Notre Dame. Fica numa praça que estava lotada e super animada. A fila para entrar estava grande, mas não demorou. A igreja é linda. Sentamos depois num barzinho perto para João tomar mais uma de suas cervejas e depois saímos andando em direção a Île Saint-Louis, que fica logo atrás da Notre Dame e onde há várias lojinhas e cafés bem legais. Achei várias lembrancinhas por lá.
Catedral de Notre Dame

Notre Dame de costas

Saímos da ilha e chegamos um pouco depois no bairro que achei o mais divertido de Paris: o Marais (leia-se Marré, para não passar vergonha como eu, que pronunciava como se escreve, até um amigo "fino" me ensinar :D). Gente, o bairro é conhecido por ser judaico e também por ser um bairro gay. Tem várias sinagogas, restaurantes típicos e um bar do lado do outro brigando pelo título de melhor falafel. Tudo em meio a uma grande festa! Sim, porque o clima por lá é de alegria total. Há também muitos brechós e sex-shops descolados, apresentações de rua, lojas de todos os estilos... muito legal! Ameei demais o passeio, não estava esperando.

Logo ali perto fica o Centre George Pompidou. Uma amiga que me conhece bem já tinha me alertado que eu ia amar. E eu amei! Depois de tantos dias de viagem apreciando obras clássicas, entrar num museu de arte moderna e contemporânea como o Pompidou foi uma grata surpresa. São vários andares e conta com biblioteca, teatro, salas de cinema e várias exposições diferentes, algumas permanentes, outras temporárias. A arquitetura dele também chama atenção. As tubulações são aparentes e a escada rolante que fica por fora do prédio e tem vista para a praça é incrível. Amei tudo. Ah! E a praça da frente é uma fofura. Vale sentar por lá e passar o tempo vendo os espetáculos de rua.

Centre George Pompidou

O Pompidou e suas tubulações aparentes

Pracinha linda
Saímos de lá e fomos para o "nosso" bairro, Montmartre. Estava bem animado, a Praça du Tertre cheia de gente, a cara do domingo. Fizemos algumas comprinhas, deixamos no hostel e saímos novamente para comer. Acabamos num bistrô onde o garçom não entendia bulhufas do que a gente dizia e escolheu o nosso menu. Ainda bem que acertou. E muito! Tava tudo perfeito. 
E a noite terminou assim, bem feliz, igual ao nosso último domingo em Paris.

Eu e as compras :: Praça du Tertre :: Montmartre

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5.12.12

Passeando em Paris :: Champ de Mars, Invalides, Place de la Concorde, Galerias Lafayete

Sábado, 19 de maio de 2012

Hoje a maior atração do dia era subir na danada da Torre Eiffel. Mas essa tarefa estava bem difícil. Ao chegarmos lá, ainda cedo, recebemos a informação de que a previsão de espera era de quatro horas, já que só havia um elevador em funcionamento. Perder todo esse tempo seria demais para nós. Resolvemos nos despedir da torre. Continuamos nosso passeio e ficamos um tempo na Champ de Mars tirando umas fotos. Era um sábado de sol, então havia muuuita gente por lá, aproveitando o tempo bom para deitar na grama, ler um livro, se bronzear... E é realmente muito agradável ficar por ali curtindo o jardim e a vista daquela cidade linda. Pena que a gente não tinha comprado umas besteirinhas, senão faríamos um pic nic, como muita gente estava fazendo.

Eu na Champ de Mars :: Torre Eiffel

Champ de Mars

Saímos de lá e fomos andando ao Hôtel National des Invalides. O palácio foi erguido para dar abrigo aos inválidos do exército e hoje funcionam por lá diversos museus. É lá também onde fica o túmulo imponente de Napoleão Bonaparte. Vale demais uma visita! A exposição sobre as guerras também merece umas horinhas da sua viagem. Uma aula completa contada por vídeos, artigos da época, documentos, carros, tudo! Saímos de lá, passamos pela esplanada dos invalides e seguimos ao Museu de Rodin. Ai, que lugar liiindo! As obras do artista estão distribuídas pelos jardins, o que deixa essa visita deliciosa. Por lá também tem um café super agradável, caso queira enganar o estômago (só não é barato). Se você quiser, há ainda um espaço interno, onde você precisa pagar para entrar. Mas nem precisa, pois as principais obras dele estão do lado de fora. Super indico!


Hôtel des Invalides
Túmulo de Napoleão Bonaparte
Rodin!
Jardins de Rodin

Eu e O Pensador :: Rodin
Depois da caminhada entre as obras de Rodin, passamos na Place de La Concorde, onde durante a Revolução Francesa um bocado de gente foi degolado, e seguimos para o paraíso dos que amam comprar: a Printemps e Galerias Lafayete. Essas são aquelas mega lojas, de vááários andares, que vendem de tudo o que se possa imaginar - tudo chique, vale salientar. Loja de filme, sabe?! Como nem eu nem João somos amantes das compras, não perdemos muito tempo por lá. :P

Galerias Lafayete
Logo na frente, do outro lado da rua, fica o Teatro Ópera Garnier, lindo. A gente não conseguiu fazer a visita, mas dizem que vale a pena.

À noite resolvemos aproveitar o "nosso" bairro delicioso, Montmartre. Andamos pelas ruazinhas calmas, de pedra, nos deparamos com artistas se apresentando em becos, muita gente sentada conversando e cantando em escadarias, compramos coisinhas para a nossa casa nas lojas descoladas do bairro... uma delícia! O jantar foi na Praça du Tertre, onde comemos nada mais nada menos que OSTRAS, que eu AMO, e mexilhões, acompanhados de champagne. Bem Paris! :D Ainda fomos atendidos por um garçom quase brasileiro - o português dele era tão perfeito que ele se passa fácil e ainda tem toda a nossa simpatia. Adorei!

Música e alegria em Montmartre

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9.10.12

Passeando em Paris :: Montmartre, Sacré Coeur, Champs Elysées, Arco do Triunfo

Terça-feira, 15 de maio de 2012

Acordamos com aquela ansiedade de quem está em Paris. Como o hostel ficava em Montmartre, resolvemos reservar a manhã para conhecer "nosso" bairro. O destino principal foi o símbolo daquela região, a Basílica de Sacré Coeur. A igreja é linda, construída em mármore, e o lugar deixa tudo ainda mais belo. Me senti a própria Amelie Poulain quando a vi de baixo, com aquele jardim e o carrossel. :D Chegando lá o ideal é pegar o funiculare para subir até a basílica, pois é bem cansativo ir andando. Além de ser prático, é mais uma experiência de viagem, né?!

Basílica des Sacré Coeur, símbolo de Montmartre

Funiculare

Quando a gente chegou lá em cima começou o sofrimento: estava muito, mas muuuito frio. Entramos correndo na igreja. Quando saímos, o tempo piorou. Começou a chuva e a gente percebeu que não ia dar pra aguentar muito tempo com aquelas roupas. Saímos da Basílica e fomos conhecer o bairro. Por lá há várias lojinhas de souvenirs que vendem coisas bem legais e com um preço não tão alto. Na frente da Sacré Ecour tem uma loja grande que é um pouco mais cara, mas também não absurda.

Eu e a Sacré Coeur
Fomos na Praça du Tertre, a famosa praça dos artistas de Montmartre. Deu pra perceber que devia ser ótima... em dia de sol. Como estava chovendo a maioria dos artistas estava com as coisas empacotadas. Ficamos de voltar outro dia. Passamos na Praça des Abbesses, onde fica o Muro dos "Eu te amo" (Mur des Je T'aime), que tem a frase escrita em mais de 300 línguas. Nada mais justo para um casal em Lua de Mel que tirar muitas fotos tendo ele como cenário. :)

Mur des Je T'aime, na Place des Abbesses

Tinha que ter essa foto

Depois fomos ao hostel trocar de roupa e voltamos à Praça du Tertre para procurar um restaurante. Pagamos 14,40 EUR no menu fechado do almoço, que estava delicioso! Em Paris realmente se come bem. Fiquei feliz da vida! Já de barriga cheia, fomos reservar o show do Moulin Rouge para a noite, que ganhamos de presente de Lua de Mel (105 EUR por pessoa, com direito a espumante). Você faz a reserva na loja do lugar, mas o pagamento só é feito na hora do espetáculo.

Pegamos o metrô e fomos com destino ao Arco do Triunfo. Minha amiga viajada Eliza tinha me dito: "Mulher, é emocionante porque a saída do metrô é em cima do Arco, você sai e já vai vendo aquele monumento". E é bem assim mesmo (se você sair pela saída certa, claro). Muita gente tirando fotos e nós garantimos a nossa. Resolvemos não entrar porque ainda não estávamos com o Museum Pass ativado (compramos no Centro de Informações Turísticas da Praça du Tertre, mas não ativamos. Custou 54 EUR pelo cartão válido por quatro dias).

Arco do Triunfo
Fomos caminhar, com toda a nossa coragem diante do frio, pela Champs Elysées. Cada loja absurda ao longo daquela avenida larga e linda. Há vários cafés pela via, o que deixa o trajeto ainda mais charmoso. Fomos até o final, na Place de La Concorde, e de lá passamos em frente aos Grand e Petit Palais. Depois da caminhada, hora de descansar para a noite no Moulin Rouge. Ah! Mas antes de chegar ao hostel, demos uma paradinha para foto no Café des Deux Moulins, onde foi gravado O Fabuloso Destino de Amelie Poulin. 


Muito chique!

Café des deux moulins

Eu e Amelie

Moulin Rouge e Pigalle

O show estava marcado para às 23h, mas fomos bem mais cedo e aproveitamos para conhecer Pigalle, o bairro conhecido por seus sex shops e cabarés. Andamos bastante, mas confesso que com um pouco de medo. Tem uma galera meio mal encarada por lá e há muita prostituição, o que deixa o bairro esquisito. Quando já estávamos indo ao Moulin Rouge eu fiquei louca porque achei que íamos ser assaltados. Os caras atrás da gente depois chegaram e nos ofereceram droga. Ufa, que medo!

Bom, umas 22h fomos para a fila, que já tinha começado a se formar. Nela conhecemos Sara e Nalvinha, duas baianas engraçadíssimas que nos renderam boas histórias da viagem. 

Moulin Rouge
Demos sorte e pegamos uma mesa bem legal, com uma vista ótima, e ao nosso lado sentou um casal de gaúchos gente boa. Foi ótimo porque a essa altura da viagem eu amava encontrar brasileiros.

Sobre o show: é um grande espetáculo, mega produção, com direito a aquário saindo do palco com cobras gigantes e dançarinas, mas é brega. Aliás, bem brega. É o tipo de espetáculo que americano gosta, se é que vocês me entendem. Eles, que viram o show de antes, passavam por nós encantados, dizendo que era lindo, maravilhoso. As partes mais legais que achei foram os intervalos, quando mágicos, humoristas e malabaristas entretiam o público. Bom, mas claro que valeu a experiência, o champagne e as histórias de Sara e Nalvinha. Mas não é imperdível não, na minha opinião. E é caro até demais, né?!

Dentro do Moulin Rouge
Era tarde quando saímos de lá e fomos andando ao nosso hostel, que ficava bem pertinho. Já estava mais do que na hora de descansar para o novo dia, que seria cansativo, mas muito, muito divertido! :D

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2.10.12

Passeando :: de Veneza para Paris

Segunda-feira, 14 de maio de 2012

Eis que chegou o dia de partir para o nosso último destino de Lua de Mel: Paris.

Tomamos café da manhã no hostel e seguimos para a Piazzale Roma, de onde parte o Aerobus, ônibus que sai a cada 20 minutos e é a melhor opção para ir até o aeroporto Marco Polo (7 EUR com a bagagem). Nosso voo para Paris estava marcado para às 14h40, então esperamos um bom tempo por lá. O aeroporto de Veneza é bem pequeno, sem distrações. A pior parte pra mim, claro, era a comida. Na viagem inteira foi assim. E comer no aeroporto foi ainda pior. As opções eram pouquíssimas e eu acabei tendo que comer, pela milésima vez, um panini. Fazer o quê, né?! Despedida da Itália. Enquanto esperávamos, encontramos um casal de brasileiros que estava viajando pela Europa fazia mais de um mês. Conversando, percebemos que eles tiveram a mesma impressão que a gente: de que o italiano cansa! Mas nos deram boas recomendações: vocês vão amar Paris! Que assim seja! Escutar essas coisas faz você ficar ainda mais ansioso com a viagem, né?!

Aerobus

Eu, João e as passagens para Paris

Voamos pela Air Berlin. O voo saiu de Veneza e fez conexão na capital da Alemanha, onde tivemos que ficar um tempo no aeroporto. A essa hora eu já estava com fome e lá vou eu de novo... comi um pão duro com salsicha e mostarda, bem característico de lá. Ai, meu Deus, que saudade da minha farofa!

Eu e a salsicha alemã

Bom, mas vamos ao que interessa. Chegamos em Paris, no aeroporto de Orly, às 20h30, com o dia ainda bem claro. Preferimos pegar um táxi do aeroporto até o hostel, pois já era tarde e estávamos bem cansados (36 EUR a corrida). Logo percebi que o povo não é tão chato como dizem ser. O taxista foi bem simpático, puxou conversa e até nos mostrou umas coisas ao longo do caminho.

Chegamos ao Plug-Inn Hostel, nossa moradia pela próxima semana, no bairro de Montmartre. O lugar é bem legal, bem estruturado, lotado de jovens de toda parte do mundo - assim como a maioria dos hostels, claro. Super indico. É pertinho de uma estação do metrô e de restaurantes de várias nacionalidades. Aliás, Montmartre é incrível, a gente amou o bairro!

Chegamos em Paris!

Ratatuille

Depois de deixarmos as coisas no quarto, saímos para comer num restaurante bem legal que fica logo na esquina do hostel. Eu tava feliz da vida de não ter mais que comer massa ou pizza. Só que o problema agora era outro: a confusão para escolher alguma coisa no cardápio. A gente não entendia nada! Algumas coisas tinham a tradução para o inglês, mas a maioria não tinha. Resolvemos arriscar. Eu, que não gosto de sopa, acabei pedindo, sem querer, uma sopa de cebola de entrada. Mas dei a chance ao meu paladar e até que gostei.

Mas o que chamou mesmo a nossa atenção no restaurante foi um ratinho. Sim, um rato! A gente lá comendo e, de repente, João me diz: Namorada, acho que vi um rato. Claro que na hora eu achei que era impressão dele, mas resolvemos ficar de olho. Até que... sim, era um rato! Ele entrava pela brecha entre a estrutura de madeira do restaurante e a calçada, pegava alguma coisinha e corria de volta. Diversas vezes! Eu fiquei apavorada. Pior é que ninguém parecia ver ou se importar com ratinho. Resolvemos avisar à garçonete, a fim de que ela fizesse alguma coisa. Ela nos olhou com uma cara de "que é que tem?" e saiu sem dizer nada. Aí eu cheguei à seguinte conclusão: como lá pela França isso deve ser normal, eles fizeram o filme Ratatuille para nos oferecer uma outra visão acerca dos roedores. Só pode ser!
:P