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30.4.10

Passeando em Buenos Aires :: o último dia de viagem na Argentina

Hoje foi bem último dia de viagem. Acordei morta, cansadíssima, com dor nos pés e uma gripezinha que fiquei de herança dessa mudança de temperatura. Por falar nisso, o frio deu mesmo uma trégua e o dia estava com 19º, o mais quente desde que chegamos. Embora mortos, levantamos e fomos passear.

Pegamos a linha C do metrô e fomos até a Av. Santa Fé, da estação San Martin até Callao, onde dizem ter muitas lojas legais. Eu, realmente, não achei nada demais. Muita coisa cara e comum. Fomos até a Galeria Bond Street, um lugar de uns três andares, cheio de lojas voltadas para quem gosta de rock, com roupas, studios de tatuagem e afins... Me impressionou o horário de funcionamento das coisas. Eram 11h e a maioria das lojas de galeria estava fechada.

Pegamos o metrô de volta para a estação San Juan e passeamos mais pela calle Defensa, em San Telmo, onde achamos as lojas mais legais. Como este era o último dia, hora de gastar os pesos que restaram. Deixamos as compras no hostel e almoçamos mais uma vez um bife de chorizo com papas fritas. Neste restaurante tinha o menu executivo, comum por lá, onde se paga um preço único por entrada, prato principal, sobremesa e bebida (neste, $40).

Nos arrastando, fomos até a Florida, no centro, gastar o pouco que sobrou. Eu estava com abuso da rua, mas é a melhor opção para comprar lembrancinhas a um preço legal. Até meu cachorro Chicó ganhou um presente diferente que encontrei por lá. Lanchamos na Havanna, compramos CDs de tango... Por falar em música, lá há muitas bandas que fazem shows no meio da rua, com qualidade! A galera se organiza, monta tudo e faz seu som para quem estiver passando. Uma dessas foi a Hormigas Negras. Aproveitamos para trazer CDs de lembrança deles também.

Depois das compras, voltamos ao hostel e mãos à obra para arrumar as malas. Chega bateu aquela tristezinha de fim de coisa boa. À noite, a pedida foi um sushizinho delícia e dormir! Estávamos precisando...

Manhã de Sexta-feira (Viernes, 09 de abril de 2010):




Às 10h, o transfer de Manuel Tienda León, que havíamos reservado no dia anterior, chegou para nos buscar. O caminho até o aeroporto foi bem nostálgico, eu bem dramática, dando tchau para a cidade pela qual me encantei - mesmo não tendo praia. No aeroporto, passeio pelo Duty Free e embarque de volta já com saudade da semana que passou.


Adiós, chicos!



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16.4.10

Passeando em Buenos Aires :: A chegada


Mais de uma vez eu já citei aqui o quanto sou ansiosa, né?! E claro que às vésperas de viajar não ia ser diferente... No dia 09 tínhamos que estar no aeroporto às 6h20, então me programei para acordar às 5h. Antes disso já estava de pé, mesmo tendo acordado diversas vezes durante a noite.

O voo Recife/São Paulo foi tranqüilo, apesar do aperto do avião da Gol e do cheiro de cocô que subia de vez em quando. Alguém estava, literalmente, se cagando de medo!

Em São Paulo, esperamos quatro horas para pegar o vôo da conexão para nosso destino: Buenos Aires. Embora estivesse bem cansada, não consegui dormir durante a viagem. Tudo o que eu queria era chegar. E chegamos, na hora programada, às 18h30, em terras portenhas. Clima ótimo, 19º. Estava realizada!


No aeroporto, logo que saímos da esteira da bagagem, há um monte de guichês que fazem transfer para o seu hotel, já que o aeroporto é longe do centro da cidade. Pegamos o serviço do Manuel Tienda León. Pagamos $ 80 os dois e pegamos um ônibus, desses bem equipados, que nos levou até uma central da empresa na cidade. De lá, uma Dobló levou a gente até o hostel.

Nesse percurso já deu pra perceber o quanto a cidade é linda e organizada. As avenidas largas, bem sinalizadas, sem lixo pelas ruas... fui babando tudo feito cachorro na janela. Um parêntese: ainda no aeroporto, percebi o quanto argentino fuma. É quase unanimidade! Uma outra descoberta ruim: água é muito caro lá. Paguei $9 por uma garrafinha!!!

Chegamos ao Hostal de Granados, no bairro de San Telmo. Fizemos nossa reserva pela internet (assim como praticamente toda a viagem) e tínhamos lido bons comentários a respeito do lugar. E realmente! Um lugar bem simples, mas completo. Afinal, não queria mais que uma cama confortável e um chuveiro quente.

Rua do nosso hostel em San Telmo, a Calle Chile
A “nossa” calle era linda, agradabilíssima (Calle Chile). Uma espécie de Recife Antigo, só que bem mais organizado. Uma ruazinha de paralelepípedos, cheia de barzinhos e restaurantes. Aproveitamos para passar nossa primeira noite por lá.

Eu estava morta de fome e louca para comer o tão falado bife de chorizo. Aliás, o bairro cheirava a carne! Depois de tanto procurar, acabamos sentando num lugar legal, com pessoas simpáticas, o Aquí me Quedo... até que descobrimos ser um bar mexicano! Mas tudo bem, valeu a pena. Ganhamos uma entrada e margueritas de graça! Depois da viagem e da barriga cheia, só restou ir aproveitar nosso hostel e dormir para se preparar para o primeiro dia do nosso passeio.

*Valores em peso argentino.

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