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12.6.13

Passeando na Cidade do México :: Museu Nacional de Antropologia

02 de abril de 2013

A ideia para este dia era conhecer o Bosque de Chapultepec, um grande parque no meio da cidade que tem museus, lago com pedalinhos, zoológico e até um castelo. E é lá também que fica o museu mais importante do país e um dos melhores do mundo: o Museu Nacional de Antropologia.

Como seria um dia de caminhar bastante no parque, embaixo do sol quente, resolvi usar um short, mesmo sabendo que os mexicanos acham estranho. Mas eu não imaginei que fosse me sentir tão depravada! Como uma amiga minha descreveu quando eu contei a situação, parecia que eu estava só de biquini no metrô. Os homens olham descaradamente, comentam, as mulheres fofocam umas com as outras... e só pra deixar bem claro: não era nenhum shortinho "beira c*" não, viu?! Usar short na Cidade do México mesmo só sendo turista ou alguma menininha mais afoita que quer causar polêmica.
Anote: para chegar ao bosque desça na estação do metrô Chapultepec.

Enfim... chegamos no parque, achamos tudo lindo, passamos na frente do Castelo de Chapultepec, mas resolvemos ir direto ao Museu Nacional de Antropologia, porque ele sempre está bem cheio e a gente queria ver tudo com calma.
Anote: entrada do museu, MXN 57 por pessoa = R$ 9,12)

Eu e João no Bosque de Chapultepec

Castelo de Chapultepec

Gente, é incrível demais, demais! São várias salas enormes e tudo é muito explicadinho e organizado. Você sente que está viajando na história do México, se coloca há milhares de anos atrás, junto a todas as civilizações pré-hispânicas. É tudo grandioso, impressiona. A gente adorou! Com certeza é um passeio obrigatório. Diria até que o legal é conhecer logo nos primeiros dias de viagem, porque você já se depara com toda a história do país, o que ajuda a entender muito dos costumes e tradições que encontramos a toda hora.
Dica: chegue cedo para não pegar filas e aproveitar ao máximo o museu. Você vai precisar de uma manhã para conhecer tudo.


Deus da Chuva na entrada do Museu Nacional de Antropologia
Dentro do Museu Nacional de Antropologia



Estátua de um mensageiro onde se depositavam oferendas aos deuses

Pedra do Sol, o calendário asteca

O que não foi nada legal do passeio foi a dor de barriga que nos acometeu durante a visita. Pelo menos tudo era bem limpo e tinha banheiro a cada sala, o que nos salvou. Quando terminou, a gente já estava bem fraco. Ainda sentamos um pouco para descansar, mas eu mesmo comecei a ficar tonta e a ter cólicas nada legais. Voltamos correndo desesperados para o metrô, de volta para o hostel. Aí percebemos o quanto a lotação do metrô na Cidade do México é ruim. Foi a viagem mais longa das nossas vidas. Quando finalmente conseguimos chegar, a briga foi pelo banheiro. Aí o resto vocês já imaginam, não vale a pena contar esse tipo de imprevisto de viagem, né?! =P

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17.10.12

Passeando em Paris :: Versailles


Quinta-feira, 17 de maio de 2012

Hoje foi o dia de fazer um dos passeios mais esperados: ir até Versailles.

Acordamos cedo, tomamos café no hostel e pegamos um metrô e um RER para chegar até lá. O trem até Versailles é bem confortável, tem dois andares e o passeio é agradável. Quando chegamos, fomos comprar as entradas. Há vários lugares que vendem os tickets, mas o melhor é um ponto de venda na rua do castelo, que tem menos fila. Compramos o ingresso que dava direito a visitar os castelos, jardins, as fontes e ao audioguia. Estava tendo um espetáculo das fontes e a gente não queria perder.

A fila para entrar no castelo é absurda, mas até que anda rápido. O problema era o frio. Ao contrário do dia anterior, quando em alguns momentos até fez um calorzinho, hoje estava bem nublado, frio e, de vez em quando, caía uma chuvinha.

Chegando no Castelo de Versailles

Filinha para entrar

Vista do portão de ouro do Castelo

Na entrada do Castelo você pode pegar seu mapa e audioguia em português e partir para a visita. O castelo é enorme e vai lhe exigir um bocado de tempo. Mas vale a pena, é lindo. Depois, pegamos um trenzinho (6,90 EUR) que circula pelos jardins e outros castelos menores (Gran e Petit Trianon). Vale a pena porque o lugar é gigantesco e estava muito frio! Você economiza tempo e sofrimento. Se preferir, também existe a opção de alugar uns carrinhos de golf, mas é bem mais caro.

Galeria dos espelhos

Onde o rei fazia as refeições

Ouro por todo canto
Trenzinho dos jardins
Passear pelos jardins do castelo é uma delícia, o lugar é espetacular. É formado por bosques, fontes, e inúmeras esculturas. Típico modelo dos jardins franceses. A figura de Apolo, o Deus do Sol, está por toda a parte. Há ainda um grande canal onde os visitantes podem passear de canoa. Uma delícia. Muitos franceses vão com as crianças passear, andar de bicicleta e fazer piqueniques (nas áreas que não são pagas).

A perder de vista



Esculturas por toda a parte

Gran Canal

Eu em um dos bosques

Fontes e mais fontes
Por falar em pic nic, uma boa opção para comer é ficar ligado onde tiver placas indicando take away. São carrinhos de comidas onde você se alimenta gastando bem menos do que se for a um restaurante por lá. Há alguns perto do Gran e Petit Trianon. Só que não tem muita variedade.

Depois de fazer o circuito completo do trenzinho, com direito a algumas paradas, voltamos para os jardins perto do Castelo para ver o grande show das fontes, que tanto havia sido divulgado. Mas pense na decepção! Não tem nada demais, são simplesmente as fontes ligadas e caixas de som espalhadas pelos jardins, tocando músicas clássicas. Ainda fomos com esperança para a última e maior fonte, onde todos os visitantes estavam concentrados, mas foi a mesma coisa: nada demais.


Fontes e mais fontes

Grande show musical das fontes!!! :P




Espetáculo das fontes em Versailles

Gente que só a bexiga para ver o último show das fontes, na Bacia de Netuno

Voltamos já tarde para Paris. Quando chegamos, descemos na estação perto da Torre Eiffel e fomos reservar o nosso chiquérrimo presente de Lua de Mel, o passeio no Bateaux Parisiens. Pense num negócio chique! 

Mas isso eu conto no próximo post, quando nós fomos finos e aproveitamos todo o requinte que Paris tem a oferecer. =D
2.8.12

Passeando em Roma :: Vaticano e Castelo Sant'Ângelo

Domingo, 06 de maio de 2012

Esse dia nos demos o direito de acordar um pouco mais tarde. Afinal, no dia anterior andamos mais do que podíamos e estávamos bem cansados. Nos arrumamos, tomamos café na Estação Termini e saímos com destino à Villa Borghese, mas a chuva atrapalhou nossos planos. Andamos um pouco pela cidade, almoçamos e fomos ao Vaticano. 

Praça de São Pedro embaixo de chuva
Aqui é bom prestar atenção a um detalhe: no dia do seu passeio até lá, não vá de short, bermuda, roupa curta nem blusas de alcinhas. Esses tipos de roupa não são permitidos para entrar na Basílica de São Pedro.  Vá comportado! A gente nem correu esse risco porque roupa era o que não nos faltava por conta do frio.

Ah! E vá preparado e com paciência para enfrentar uma fila gigantesca! Confesso que eu na hora só pensava: "O papa vai ter que estar ali na porta da Basílica pra me receber depois dessa fila". Mas ok, é o tipo de passeio que não dá pra deixar de fazer, então o jeito é encarar. Mas preste atenção a uma coisa: OS CHINESES! Aliás, durante toda a viagem, em qualquer ponto turístico, você deve estar sempre atento a grupos de orientais. Eles só andam em bando, atrapalham sua visão e são caras de pau o suficiente para furar fila e ainda dar um sorrisinho simpático para você. E nem adianta reclamar, viu!? Eles continuam sorrindo e vão emburacando. Digo isso porque foi exatamente o que aconteceu logo atrás da gente. Até a polícia chamaram, mas não teve jeito.

A basílica é mesmo de impressionar. Pense num negócio grande! Por mais foto que se veja não dá pra ter noção. Pelo menos eu não pensava que fosse tudo tão enorme. Afinal, dizem que cabem até 60 mil pessoas! Incrível, né?! Além de grande, é linda! Ah! Para entrar lá não paga nada. ;)

Interior da basílica. Consegue ver as pessoas?

Eu, uma formiguinha, na Basílica de São Pedro
O que paga é se você quiser subir na cúpula da basílica. Como turista tem que encarar essas coisas, nos aventuramos. O elevador custa 7 EUR, mas não te leva nem a perto da cúpula, viu?! Tem que ter perna pra subir aquilo ali. Quando você acha que subiu, você está, na verdade, lá no alto, mas ainda no interior da basílica. Subimos mais. É escada de todo jeito: em zig zag, reta, torta e até uma tão estreita, mas tão estreita que os mais cheinhos não passam. Tô falando sério, viu?! Se você tem quilos a mais corre o risco de ficar no meio do caminho. Outra coisa: pessoas mais velhas não devem subir. É muito cansativo, de verdade! Tem gente que não aguenta e volta. Definitivamente, paguei todos os meus pecados! Agora uma coisa é certa: você vai ter a vista mais bonita de Roma. Dá pra ver tudo, tudo. Mesmo com chuva tava lindo. Mas nem demoramos muito porque o frio tava massacrando demais.

Finalmente chegamos ao topo!
Vista de Roma. Pena que estava chovendo.

Como "pra descer todo santo ajuda", num instante estávamos de volta ao chão. Andamos então até o Castelo Sant'Ângelo. Havíamos comprado o Roma Pass pela manhã (30 EUR), então não pagamos a entrada. O castelo já foi morada de alguns papas e serviu como defesa do Vaticano. Há, inclusive, uma espécie de túnel que liga o castelo ao Vaticano, por onde o papa passava às escondidas em momentos de ataque. No último andar, há um café lindo, super agradável, onde você pode beliscar uns salgadinhos e tomar um café ou chocolate quente delicioso. Claro que fizemos essa parada. Vale o descanso e a vista do lugar.

Castelo Sant'Ângelo

Vista do café do castelo

Huummm

Depois do passeio, andamos mais pela cidade, compramos besteiras em uma feirinha perto do castelo, passamos pela a Piazza del Popolo (Praça do povo), andamos, andamos, jantamos e fomos para o hostel para o merecido descanso. O outro dia nos reservava a tão esperada visita ao Coliseu!

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15.8.10

Era uma vez... um castelo no Agreste

Era uma vez um homem muito rico, mas sozinho. Um belo dia, ele se apaixona por uma mulher muito bonita, mas egoísta. Morrendo de amor, o homem pede a mulher em casamento. Ela diz:
- Eu só caso com você no dia que você for dono de um verdadeiro castelo!
Assim, por anos e anos o objetivo daquele homem foi construir um castelo igual ao das histórias medievais.
Depois de muito tempo, lá estava um lindo castelo de torres imperando na cidade. A moça, então, aceitou o pedido do homem e decidiu casar-se com ele. Mas, antes que pudessem oficializar, a mulher adoeceu e morreu.



História contada para apresentar o Castelo de Torres, em Pesqueira, Agreste Pernambucano.
Verdade ou mentira, fica a critério do "passeante". Mas que o castelo é lindo e igualzinho ao das histórias de realeza, isso é.